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| Opinião | |
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| Name | Opinião |
Opinião é um termo que designa julgamentos, posições ou avaliações expressas por indivíduos ou coletivos sobre assuntos variados. Em contextos públicos e acadêmicos, opiniões articulam preferências e interpretações que interagem com decisões de figuras como John Locke, Alexis de Tocqueville, Émile Durkheim, Karl Marx e Max Weber; instituições como Universidade de Cambridge, Universidade de Oxford, Harvard University, Federalist Society e Royal Society; e eventos como Revolução Francesa, Revolução Russa, Iluminismo e Era Vitoriana.
A definição clássica de opinião associa-se a autores como David Hume, Thomas Hobbes, Jean-Jacques Rousseau, John Stuart Mill e Immanuel Kant, que distinguiram opinião de crença e conhecimento. Conceitos paralelos surgem em obras como Two Treatises of Government, On Liberty, A Treatise of Human Nature, The Social Contract e Critique of Pure Reason, enquanto pensadores contemporâneos como Jürgen Habermas, Michel Foucault, Richard Rorty, Noam Chomsky e Hannah Arendt problematizam a formação e o papel normativo das opiniões nas esferas pública e privada. Teorias da opinião também dialogam com estudos de caso envolvendo United States Supreme Court, European Court of Human Rights, Nuremberg Trials e Magna Carta.
A formação de opinião é examinada por correntes epistemológicas representadas por Karl Popper, Thomas Kuhn, Paul Feyerabend, Bertrand Russell e Ludwig Wittgenstein, que discutiram hipótese, paradigma, anomalia e linguagem. Tipologias incluem opinião informada versus opinião leiga, opinião pública, opinião minoritária e opinião majoritária, tipificadas em análises sobre New Deal, Welfare State, Civil Rights Movement, Indian Independence Movement e South African apartheid; e em documentos como Universal Declaration of Human Rights e Treaty of Versailles. Agentes formadores variam de intelectuais ligados a Cambridge Analytica, RAND Corporation, Brookings Institution, Council on Foreign Relations e Heritage Foundation a movimentos sociais como Women's suffrage movement, Black Lives Matter, Occupy Wall Street, Solidarity (Polish trade union) e Suffragettes.
Estudos psicológicos referenciam teorias de Sigmund Freud, Carl Jung, B.F. Skinner, Jean Piaget e Albert Bandura sobre formação de atitudes, identidade e influência social. Pesquisas empíricas citam instrumentos e experiências ligadas a Stanley Milgram, Philip Zimbardo, Solomon Asch, Kurt Lewin e Eleanor Maccoby. Em sociologia, análises mobilizam conceitos de redes sociais usados por Mark Granovetter, Ronald Burt, Manuel Castells, Pierre Bourdieu e Anthony Giddens, aplicados em estudos de casos como Paris Commune, May 1968 events in France, Prague Spring e Iranian Revolution of 1979.
A noção de opinião pública é central em debates sobre esfera pública desenvolvidos por Jürgen Habermas, retomados em estudos sobre imprensa como os de Walter Lippmann, Theodor Adorno, Max Horkheimer e Marshall McLuhan. Instituições e eventos que exemplificam dinâmica de opinião pública incluem Watergate scandal, Pentagon Papers, Nuremberg Trials, Suffrage movement e Civil Rights Movement. Mecanismos eleitorais, tribunais como Supreme Court of the United States e organismos internacionais como United Nations e European Union interagem com opinião pública através de pesquisas promovidas por organizações como Gallup Poll, Pew Research Center, YouGov e Ipsos.
Meios de comunicação de massa e plataformas digitais transformaram a difusão de opiniões; análises cruzam a história de veículos como The New York Times, BBC, CNN, Le Monde e The Guardian e das tecnologias representadas por Telegraph, Radio Corporation of America, Facebook, Twitter (now X), Google e YouTube. Organizações e casos jurídicos relevantes incluem Federal Communications Commission, European Court of Human Rights, Cambridge Analytica scandal, Information Warfare e Foreign interference in elections. Estudos de agenda-setting remontam a trabalhos de Bernard Cohen e Maxwell McCombs e dialogam com modelos de bolha informacional e câmara de eco discutidos em investigações sobre Cambridge Analytica e plataformas como Facebook e Twitter (now X).
Opiniões especializadas envolvem credenciais e instituições como Nobel Prize, Royal Society, Academy of Sciences (various), World Health Organization, International Monetary Fund, World Bank e National Academies of Sciences, Engineering, and Medicine. Debates sobre autoridade perita referenciam controvérsias em áreas exemplificadas por Climate change, COVID-19 pandemic, Chernobyl disaster, Three Mile Island accident e Financial crisis of 2008, onde laudos, pareceres e relatórios emitidos por peritos influenciaram decisões políticas e judiciais em organismos como International Court of Justice e World Health Organization.
Críticas à prática opinativa mobilizam autores como Michel Foucault, Noam Chomsky, Hannah Arendt, Jürgen Habermas e John Rawls; problemáticas incluem polarização, desinformação, manipulação e conflitos de interesse ilustrados por casos como Watergate scandal, Cambridge Analytica scandal, Pizzagate e 2016 United States presidential election. Debates éticos passam por códigos e regulamentos em entidades como International Criminal Court, European Court of Human Rights, United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization e órgãos de regulação de mídia, e por iniciativas acadêmicas em ethics committees e programas de compliance em universidades como Harvard University e University of Oxford.
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