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| Copa do Mundo FIFA de 2014 | |
|---|---|
| Nome | Copa do Mundo FIFA de 2014 |
| Pais | Brasil |
| Datas | 12 de junho – 13 de julho de 2014 |
| Equipas | 32 |
| Estdios | 12 |
| Campeão | Alemanha |
| Segundo | Argentina |
| Terceiro | Países Baixos |
| Quarto | Brasil |
| Golos | 171 |
| Jogador | Lionel Messi |
| Goleador | James Rodríguez |
Copa do Mundo FIFA de 2014 foi a vigésima edição do torneio organizado pela FIFA realizada entre 12 de junho e 13 de julho de 2014 no Brasil. A competição reuniu 32 selecções nacionais de seis confederações, culminando com a vitória da Alemanha sobre Argentina na final, em partida decidida na prorrogação. O evento envolveu cidades anfitriãs como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, e teve impacto desportivo e político significativo tanto para o Brasil quanto para a FIFA e para as federações continentais como a CONMEBOL e a UEFA.
O torneio foi atribuído ao Brasil pela FIFA em 2007, numa decisão envolvendo candidaturas como a da Colômbia e da Austrália. A organização mobilizou entidades como o Comitê Organizador Local e contou com infraestrutura ligada a ministérios do Brasil e governos estaduais de cidades como Brasília e Fortaleza. Entre figuras políticas e desportivas relacionadas estiveram o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (referências às fases de candidatura), o presidente da FIFA Sepp Blatter e dirigentes como o presidente da CBF José Maria Marin. A preparação incluiu construção e renovação de estádios, planeamento de transporte com operadoras como o VLT e melhorias em aeroportos supervisionadas por autoridades como a Infraero.
As 12 sedes distribuíram-se por seis regiões brasileiras: Belo Horizonte (Estádio Mineirão), Brasília (Estádio Nacional Mané Garrincha), Cuiabá (Arena Pantanal), Curitiba (Arena da Baixada), Fortaleza (Estádio Castelao), Manaus (Arena da Amazônia), Natal (Arena das Dunas), Recife (Arena Pernambuco), Rio de Janeiro (Estádio Maracanã), Salvador (Fonte Nova), São Paulo (Arena Corinthians) e Belo Horizonte novamente citado pelo complexo. Projetos de arquitectura envolveram escritórios internacionais e empresas de construção como a Odebrecht e a Construtora Norberto Odebrecht, enquanto questões ambientais e de património mobilizaram instituições como o IBAMA e o IPHAN. A final realizou-se no Maracanã, estádio histórico reinaugurado para o torneio com presença de autoridades como o prefeito Eduardo Paes.
As 32 equipas classificaram-se através de processos continentais geridos por confederações como a CONMEBOL, CONCACAF, AFC, CAF e OFC. Equipas notáveis incluíram Brasil (anfitrião), Argentina, Alemanha, Espanha (campeã em título), Itália e Inglaterra. O sorteio final foi realizado pela FIFA em Costa do Sauípe, envolvendo personalidades como o ex-jogador Bebeto e representantes da FIFA; cabeças-de-série como Brasil e Espanha compuseram os potes. Disputas de qualificação envolveram selecções históricas como Uruguai, Colômbia, Chile e Portugal.
A fase de grupos combinou selecções em oito grupos (A–H) com formatos competitivos arbitrados por oficiais da FIFA e da IFAB. Grupos destacaram confrontos como Brasil vs Croácia na abertura no Maracanã e embates entre Espanha e Países Baixos que trouxe debate sobre tácticas de selecções como Espanha e Holanda. Resultados conduziram à eliminação precoce de selecções históricas como Espanha e Itália, e à afirmação de equipas emergentes como Colômbia com o desempenho do avançado James Rodríguez. Árbitros renomados incluíram nomes ligados à FIFA e comissões de arbitragem de confederações como a UEFA e a CONMEBOL.
A fase a eliminar incluiu oitavas-de-final, quartos-de-final, meias-finais e final, com jogos decididos por prolongamento e grandes penalidades sob regulamentos da FIFA e da IFAB. Áreas tácticas e conjugações de selecções como Alemanha, Argentina, Brasil e Países Baixos dominaram as atenções. A semifinal entre Brasil e Alemanha terminou num resultado histórico de 7–1 no Mineirão, jogo que envolveu figuras como o treinador Luiz Felipe Scolari e o selecionador Joachim Löw. A final em Rio de Janeiro opôs Alemanha a Argentina; o golo decisivo de Mario Götze na prorrogação coroou a selecção alemã com o título, reunindo troféus e reconhecimento em cerimónias com presença de representantes da FIFA.
O torneio contabilizou 171 golos, com o James Rodríguez a receber a Chuteira de Ouro como melhor marcador. Prémios individuais também incluíram a Bola de Ouro entregue a Lionel Messi e a Luva de Ouro atribuída a Manuel Neuer. A equipa técnica e jogadores premiados chegaram a somar distinções atribuídas pela FIFA e por comitês de avaliação que incluíram ex-jogadores e treinadores ligados a instituições como a UEFA e a CONMEBOL. Estatísticas detalhadas abrangeram registos de assistências, cartões e minutos jogados, compiladas por bases de dados mantidas por entidades como a FIFA e a agência de estatísticas Opta Sports.
O legado incluiu debate sobre investimentos em infra-estrutura, impacto turístico em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, e avaliação económica por organismos como o Banco Central do Brasil e o FMI. Projetos de legado esportivo envolveram federações nacionais como a CBF e programas municipais de desporto; impactos sociais desencadearam manifestações envolvendo movimentos como o Movimento Passe Livre e críticas de académicos ligados a universidades como a Universidade de São Paulo. Questões de transparência ou controvérsia relacionaram-se com investigações envolvendo a FIFA e entidades empresariais, e análises de longo prazo consideraram efeitos sobre emprego, mobilidade urbana e património cultural supervisionado por órgãos como o IBGE e o Ministério do Turismo.
Category:Copa do Mundo FIFA Category:2014 no futebol