Generated by GPT-5-mini| Centro de Inovação para a Gestão Pública e Social | |
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| Name | Centro de Inovação para a Gestão Pública e Social |
| Native name | Centro de Inovação para a Gestão Pública e Social |
| Established | 2010s |
| Location | Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro |
| Type | think tank; research center; incubator |
Centro de Inovação para a Gestão Pública e Social is a Brazilian research and policy organization focused on public administration, social policy, and innovation. Funded through a mix of public, philanthropic, and international sources, the center engages with academic, municipal, federal, and civil society actors to design, test, and scale interventions. Its activities intersect with legislative processes, judicial reviews, and executive programs across Brazilian states and municipalities.
O centro emergiu na década de 2010 em contexto de reformas administrativas em Brasília, envolvendo atores como Ministério da Fazenda (Brasil), Presidência da República (Brasil), Câmara dos Deputados (Brasil), Senado Federal (Brasil), Prefeitura de São Paulo, e Governo do Estado do Rio de Janeiro. Nos primeiros anos articulou parcerias com universidades como Universidade de São Paulo, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Fundação Getulio Vargas, e institutos de pesquisa como Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e Fundação Oswaldo Cruz. Projetos iniciais contaram com apoio de organismos internacionais como Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento, Organização das Nações Unidas, e fundações como Fundação Bill e Melinda Gates e Fundação Ford. O centro também dialogou com grupos do setor privado, incluindo Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Embraer, e Vale.
A missão declara colaborar com executivos estaduais, legislativos municipais e atores do terceiro setor para promover inovação, transparência e eficiência nas políticas públicas. Objetivos incluem formular propostas avaliadas por referências como Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, influenciar reformas inspiradas em modelos de New Public Management, dialogar com tribunais de contas como o Tribunal de Contas da União, e apoiar iniciativas de transparência semelhantes àquelas promovidas por Transparência Internacional. Busca alinhar práticas com avaliações comparativas produzidas por Banco Mundial e indicadores usados por Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
A governança combina conselho consultivo composto por representantes de universidades e empresas, diretoria executiva com experiência em secretarias estaduais e municipais, e núcleos temáticos. O conselho já incluiu ex-membros de instituições como Fundação Getulio Vargas, Universidade de Brasília, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, e especialistas vindos de organismos como Organização dos Estados Americanos. Núcleos especializados trabalham em temas vinculados a ministérios e agências como Ministério da Saúde (Brasil), Ministério da Educação (Brasil), Agência Nacional de Saúde Suplementar, e Agência Nacional de Aviação Civil. Parcerias acadêmicas envolveram laboratórios de pesquisa em Massachusetts Institute of Technology, Havard University, e London School of Economics para intercâmbio de metodologias.
Projetos incluem pilotos de atendimento ao cidadão inspirados por experiências de Cidade do Cabo e programas de digitalização semelhantes aos de Estônia; programas de avaliação de políticas sociais comparáveis a estudos do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional; e incubação de startups sociais em colaboração com aceleradoras associadas a Sebrae e Endeavor Brasil. Iniciativas notáveis cobrem áreas como gestão de saúde pública alinhada a protocolos da Organização Pan-Americana da Saúde, transparência fiscal conectada a práticas do Tribunal de Contas da União, e inovação urbana inspirada por projetos em Barcelona e Copenhague. O centro também promove cursos e seminários em parceria com Fundação Lemann e centros de formação legislativa como a Academia Nacional de Polícia.
Mantém acordos técnicos com organismos multilaterais como Banco Interamericano de Desenvolvimento e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, e com fundações como Fundação Kellogg e Fundação Bill e Melinda Gates. Estabeleceu convênios com secretarias municipais e estaduais, escritórios de advogadoia pública, e organizações não governamentais como Amnesty International e Human Rights Watch em projetos de direitos sociais e integridade. Colaborações acadêmicas envolveram pesquisadores vinculados à Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, e centros internacionais como Stanford University e Yale University.
O financiamento combina subvenções públicas, contratos com secretarias, doações de fundações privadas e convênios com organismos multilaterais. Principais fontes financeiras já incluíram repasses de Ministério da Economia (Brasil), apoio de Banco do Brasil, e bolsas de pesquisa concedidas por Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Recursos humanos provêm de servidores cedidos por secretarias, pesquisadores oriundos de universidades como Universidade Federal de Minas Gerais, consultores vindos de firmas como McKinsey & Company e Bain & Company, e voluntariado de organizações como Movimento Unidos pelo Brasil.
Avaliações externas realizadas por institutos como Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e por agências multilaterais apontaram influência em reformas administrativas municipais e em programas sociais estaduais. Relatórios citam adoção de protocolos desenvolvidos para saúde em redes hospitalares vinculadas ao Ministério da Saúde (Brasil) e melhoria em indicadores de transparência em prefeituras conforme métricas usadas por Transparência Internacional e pelo Tribunal de Contas da União. Críticas enfocaram dependência de contratos públicos e desafios de escalabilidade comparáveis aos identificados em estudos do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional sobre projetos de inovação pública.
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