Generated by GPT-5-mini| Centro de Defesa Cibernética | |
|---|---|
| Name | Centro de Defesa Cibernética |
| Native name | Centro de Defesa Cibernética |
| Established | 201X |
| Country | Brasil |
| Location | Brasília |
| Branch | Forças Armadas |
| Type | Centro de defesa cibernética |
Centro de Defesa Cibernética é uma unidade dedicada à proteção de ativos digitais e à condução de operações ofensivas e defensivas no domínio cibernético, operando no contexto das Forças Armadas brasileiras e interagindo com órgãos como a Agência Brasileira de Inteligência, o Ministério da Defesa, o Comando de Operações Terrestres e a Marinha do Brasil. A entidade articula políticas de segurança com instituições como o Tribunal Superior Eleitoral, a Polícia Federal, o Instituto Nacional de Tecnologia, a Agência Nacional de Telecomunicações e universidades como a Universidade de Brasília e a Universidade de São Paulo. Sua atuação envolve cooperação internacional com parceiros como a Organização do Tratado do Atlântico Norte, a União Europeia, a Organização dos Estados Americanos e governos de países como Estados Unidos, Reino Unido e França.
O Centro de Defesa Cibernética surge no contexto de iniciativas regionais e globais de cibersegurança que incluíram atores como o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, o Serviço Nacional de Cibernética do Reino Unido, a Agência de Segurança Nacional e a Agência Europeia de Segurança das Redes e da Informação, em resposta a incidentes envolvendo atores como Fancy Bear, Lazarus Group e Equation Group. Ao longo de sua evolução, estabeleceu protocolos inspirados em documentos do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia, diretrizes da Organização das Nações Unidas e processos adotados por agências como a Agência Nacional de Comunicações do Reino Unido e a Quinta Frota dos Estados Unidos. Historicamente, coordenou respostas a campanhas de desinformação ligadas a eventos como a eleição presidencial brasileira, envolvendo interlocutores como o Tribunal Regional Eleitoral, o Supremo Tribunal Federal e organismos legislativos.
A estrutura interna articula células especializadas baseadas em modelos adotados por organizações como o Comando Cibernético dos Estados Unidos, o Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido, a Agência de Cibersegurança e Segurança da Infraestrutura dos EUA e o Centro de Operações de Segurança do Canadá. Integra núcleos de inteligência cibernética, resposta a incidentes, análise forense digital, engenharia de redes e unidades de operações ofensivas e defensivas similares às existentes na OTAN e em forças armadas de países como Austrália, Alemanha e Israel. A governança envolve comitês que reúnem representantes do Ministério da Defesa, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, da Secretaria de Governo e de agências reguladoras como a Agência Nacional de Telecomunicações.
As missões incluem defesa de infraestruturas críticas como instalações do Sistema Eletrobrás, malha ferroviária, portos sob administração da Companhia Docas do Brasil, instalações de energia e sistemas de comando e controle de forças como o Exército Brasileiro, a Marinha do Brasil e a Força Aérea Brasileira. Além da defesa, assume funções de inteligência cibernética, vigilância de ameaças emergentes atribuídas a grupos identificados por organizações como a Interpol, cooperação com agências como a European Cybercrime Centre e apoio a eleições coordenadas com o Tribunal Superior Eleitoral. Opera também em cenários de crise em articulação com o Centro de Operações de Defesa Cibernética da OTAN e centros de resposta a incidentes como o CERT.br e o CERT.gov.
Promove formação e capacitação em parceria com instituições acadêmicas e centros de pesquisa como o Instituto de Tecnologia da Aeronáutica, o Instituto Militar de Engenharia, a Universidade Federal do Rio de Janeiro e o Instituto Nacional de Tecnologia. Realiza exercícios e wargames inspirados em eventos como o Locked Shields, o Cyber Coalition e o Exercise Cyber Polygon, além de treinamentos conjuntos com forças de países como Estados Unidos, Reino Unido, Israel, Alemanha e França. Utiliza currículos alinhados a certificações internacionais emitidas por organizações como (ISC)², ISACA, EC-Council e a Offensive Security, e promove intercâmbios com centros de excelência como o Centro de Segurança Cibernética da NATO Cooperative Cyber Defence Centre of Excellence.
Mantém infraestrutura de detecção e resposta composta por ferramentas de inteligência de ameaças, plataformas de análise de tráfego de rede, sistemas SIEM, sandboxes e ambientes de teste semelhantes aos usados por empresas como Cisco, Palo Alto Networks, CrowdStrike e FireEye. Opera laboratórios de análise forense digital, centros de operações de rede e ambientes de simulação que incorporam tecnologias de virtualização, conteinerização e orquestração usadas por fornecedores como Red Hat, VMware e Microsoft Azure. Implementa controle de acesso e autenticação multifator compatível com padrões internacionais, integrando soluções de criptografia e gestão de chaves similares às adotadas por bancos centrais e instituições financeiras como o Banco Central do Brasil.
Mantém acordos bilaterais e multilaterais com atores como a Agência Norte-Americana de Segurança Cibernética e Infraestrutura, a Agência Europeia para a Segurança das Redes e da Informação, o Centro de Excelência de Cibersegurança da OTAN, agências nacionais de cibersegurança de países da América Latina, organizações intergovernamentais como a Organização dos Estados Americanos e corporações de tecnologia como Google, Microsoft, Amazon Web Services e fabricantes de hardware. Participa de fóruns internacionais como a Conferência de Segurança de Munique, o Fórum Econômico Mundial e conferências acadêmicas como a USENIX e a ACM CCS, além de eventos regionais promovidos por universidades e institutos de pesquisa.
Coordenou respostas a ataques de ransomware direcionados a operadores de infraestrutura e instituições públicas, envolvendo atores identificados por centros internacionais como Anubis, REvil e Conti, e colaborou em investigações com a Polícia Federal, o Centro de Inteligência do Exército e agências de outros países como o FBI e o Europol. Atuou em operações de mitigação durante campanhas de desinformação vinculadas a eleições, em articulação com o Tribunal Superior Eleitoral, o Supremo Tribunal Federal e entidades acadêmicas que estudam fenômenos como bots e redes de desinformação monitoradas por pesquisadores em instituições como a Universidade de Oxford e a Universidade de Cambridge. Participou de exercícios conjuntos com o Comando Cibernético dos Estados Unidos, o Comando de Defesa Cibernética do Reino Unido e centros de excelência da Alemanha e Israel para testar resiliência frente a ameaças atribuídas a coletivos como APT28, APT29 e Lazarus Group.
Category:Organizações militares do Brasil Category:Cibersegurança Category:Defesa